Ki Graça

Em 1976, REGINA MOULIN inaugurou a Ki Graça, multimarcas brasiliense, focada em roupas atemporais. Após a gravidez da filha Paula, a empresária pôde vivenciar as dificuldades de achar roupas bonitas em tamanhos maiores e, de suas próprias frustrações, viu nascer o desejo de transformar seu ponto de vendas em uma referência em moda plus size. A segmentação, atrelada ao excelente atendimento prestado pela lojista, foi o ingrediente que faltava para o endereço decolar no mercado local.

O lançamento de uma linha própria dedicada aos tamanhos maiores que 52 e a presença constante de uma costureira na loja aproximaram ainda mais as consumidoras do endereço, que manteve sua clientela por mais de 30 anos, até a aposentaria de dona Regina. Com a decisão de encerrar suas operações, a proprietária da Ki Graça acreditou que as três décadas de trabalho árduo haviam ficado para trás, todavia, a filha Paula, que desde a adolescência ajudava a empresária a administrar a multimarcas, decidiu reacender o legado da mãe.

Com as expertises adquiridas na faculdade de Administração, na pós-graduação em Maketing e cursos de moda que fez durante sua carreira, a consultora de imagem resgatou a antiga equipe, os fornecedores e reabriu, na 205 Sul, o negócio da família. Por lá, a visagista mantém não só as características que fizeram a empresa de dona Regina tão especial, mas alguns aspectos que são novos no universo Ki Graça, como o café que funciona na parte interna do estabelecimento e as etiquetas mais jovens que passaram a figurar nas araras. Para 2021, Paula pretende adentrar o comércio eletrônico e fazer um curso de psicanálise, na esperança de aprimorar ainda mais suas técnicas de atendimento.

Fonte: Capital dos Criadores 2021 [organização Sindiveste-DF].

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